terça-feira, 4 de novembro de 2025

City Sedan 1.5 CVT 2026 - confiabilidade japonesa com conforto e muita segurança


O sedan compacto da Honda recebeu melhorias na sua versão 2025, a mais importante delas foi a adoção do freio de mão eletromecânico com Brake Hold, que segura o carro nas paradas, como se puxasse o freio. Basta acelerar e ele destrava. Um recurso muito útil, porém tem um ponto negativo: não tem memória, ou seja, cada vez que quiser o recurso ativo, precisa apertar o botão. Ao desligar o carro, ele desativa e assim fica até ativar de novo.


De resto o modelo continua com o mesmo conjunto mecânico confiável: motor 1.5 aspirado aliado ao câmbio automático CVT. Rende 126 cv e 15,8 kgfm de torque máximos, o que garante um desempenho razoável, e números excelentes de consumo. Fez comigo 8,7 km/l na cidade e chegou a 17,2 km/l na estrada. Tem botão Eco e modo Sport.


Em equipamentos tem faróis em Led com DRL, faróis de neblina halogenos, sensor de estacionamento dianteiro e traseiro, câmera de ré, rodas de liga de 16", chave presencial, partida por botão, ar condicionado digital de duas zonas, sensor crepuscular e de chuva, mídia de 8" com conectividade sem fio, painel parcialmente digital, seis air bags, assistente de frenagem de emergência, ACC com Stop & Go, assistente de manutenção em faixa entre outros. 


Muita segurança e um bom nível de conforto. Os bancos são em couro, tem apoio de braço central, o entre eixos é de 2,60 m e o porta malas tem 519 litros. Bastante espaço, porém para colocar uma cadeira de rodas precisa desmontar, já que o porta malas é baixo e a boca bem estreita.


Os maiores destaques do modelo são a confiabilidade mecânica e segurança, passiva e ativa.


O preço, como todo carro no Brasil, não é nada baixo. Para o público em geral custa R$ 150.800,00 e para PCD tem isenção de IPI, o que diminui o preço para R$ 143.264,25. São apenas 5% de desconto, já que não há bônus de fábrica. Porém está disponível a versão LX com as duas isenções, o que o torna mais interessante.


Curte o City Sedan? Tem um ou tem vontade de adquirir um? Acha que a tranquilidade da mecânica compensa? Comente!


#honda #city #touring


Tera High Outfit The Town Edition 170 TSI - versão topo de linha tem muita tecnologia embarcada e segurança!


O Tera chegou ao mercado com uma grande expectativa, traduzida no easter egg que trás no vidro traseiro, uma silhueta de um Fusca, de um Gol e do Tera. E como carro de entrada, é o mais curto da fama com 4,15 m de comprimento. 


O entre eixos é o mesmo de Polo e Nivus, 2,566 m. Nas dimensões o destaque é o porta malas com bons 350 litros. Por ser SUV tem plásticos ao longo da carroceria e altura do solo de 17,8 cm.

Nessa versão High tem dois opcionais, o Outfit que acrescenta detalhes estéticos em preto brilhante, pintura biton, rodas escurecidas e bancos em couro com a inscrição Outfit, e o pacote ADAS que inclui assistente de manutenção em faixa, câmera multifuncional e detector de ponto cego. Com todos os opcionais incluindo a pintura metálica biton seu preço sobe para R$ 148.849,00.


O motor é o 1.0 turbo de três cilindros que rende 116/109 cv e 16,8 kgfm de torque a 1750 rpm. Não é um carro pesado, são 1169 kg e tem peso/potência acima de 10 e peso/torque em quase 70 kg/kgfm. Não são números animadores mas dão conta do recado.


Em itens de série essa versão é a mais completa, tem sensor crepuscular, ACC, painel digital, ar condicionado digital, mídia VW Play Connect, seis air bags, frenagem autonoma de emergência, carregador de celular por indução, chave presencial, partida por botão, sensor de ponto cego, entre outros.


O freio de mão, porém, é do tipo comum, por alavanca. Faltou também saída traseira de ar condicionado e o encosto de braço é somente para o motorista.


É um carro pequeno, tecnológico e seguro, potência razoável e bons números de consumo, com gasolina faz 12,2 km/l na cidade e 14,6 km/l na estrada pelo Inmetro. Na prática fez comigo pouco menos de 8 na cidade e 16 na estrada.


Bom carro urbano, gostoso de dirigir, muito seguro e tem design atraente. Mas cobra por tudo que entrega. Sem os opcionais, a versão High custa R$ 141.890,00 para público em geral e com isenção de IPI e bônus de fábrica fica por R$ 121.738,15.


Que acha do Tera? Vai repetir o sucesso dos seus antecessores? Teria um Tera?


Argo Trekking 1.3 CVT 2026 - um dos carros automáticos mais em conta do mercado nacional!


O Argo Trekking foi o primeiro indício do surgimento dos SUVs subcompactos, um hatch com características aventureiras e um nível de conforto muito além do básico, com câmbio automático, Multimidia, câmera de ré, volante multifuncional e piloto automático. Mas precisava de um pouco mais de modernidade, e a linha 2026 veio trazer alguns dos itens que faltavam.


Começando pelo conjunto ótico full Led, com faróis, DRL, seta e farol de neblina em Led, o que melhorou demais a iluminação à noite, e ainda ficou mais bonito de dia com o DRL tracejado. Ganhou também conectividade sem fio na mídia de 7 e agora já entra no Android Auto ou Apple Car Play automaticamente ao ligar o caro, sem precisar de cabo.


O pacote Trekking Top acrescenta mais conforto ao modelo, por pouco mais de 3 mil reais inclui chave presencial, bancos e volante em couro e ar condicionado digital.


O conjunto mecânico é confiável, composto pelo motor 1.3 aspirado de 4 cilindros que rende até 107 cv e 13,7 kgfm de torque aliado ao câmbio automático do tipo CVT que simula sete velocidades e conta com tecla Sport. O consumo é muito bom, faz 9/10,3 km/l com etanol e 12,8/14,3 km/l com gasolina na cidade/estrada.


O espaço interno é razoável, são 2,52 m de entre eixos e o porta malas tem 300 litros, na média da categoria. Cabe cadeira de rodas desmontada, e sobra pouco espaço para bagagem.


O painel é analógico e conta com uma tela digital de 3,5" com informações do computador de bordo, que é bem completo.


O Argo Trekking oferece um bom nível de conforto, bom desempenho por ser leve, excelente consumo e ainda tem uma boa altura do solo, 18,2 cm além de rodas de liga calçadas com pneus de uso misto e tem plásticos sobre as rodas e pela carroceria que protegem o veículo.


Ele custa para público em geral R$ 108.490,00 e para PCD com as duas isenções R$ 85.210,00 sem o pacote opcional.


Um preço bem atrativo para um carro bem completo e muito econômico.


Que acham do Argo, vale a pena?




Tracker 1.0 Turbo 2026 - versão PCD ficou melhor e tem itens de série importantes


O Tracker 1.0 Turbo 2026 é um dos SUVs mais procurados pelo público PCD. Essa versão vem com itens de série raros no segmento e que são importantes para este público. 


O modelo recebeu um facelift neste ano e agora vem com faróis em Led com DRL, rodas de aço de 16", chave presencial, partida por botão, mídia de 8" com conectividade sem fio, tela digital de 3,5" com informações de computador de bordo, bancos em tecido e dimensões acima da média do segmento.


São 2,57 m de entre eixos e o porta malas tem bons 393 litros, e cabe uma cadeira monobloco montada.


O motor é o 1.0 turbo de três cilindros que rende 116 cv e 16,8 kgfm de torque, que tem excelentes números de consumo, faz 7,8/9,6 km/l com etanol e 11,2/13,6 km/l com gasolina no ciclo cidade/estrada.


O Tracker 1.0 Turbo custa para público em geral R$ 119.990,00 e para PCD com as duas isenções, R$ 105.860,00. Um valor muito atraente por um SUV compacto com toda qualidade que a Chevrolet oferece.


Nas concessionárias Grande Minas você encontra o Tracker 1.0 Turbo em condições especiais e se disser que viu no Blog do Cadeirante leva o processo de isenção de graça! Não perca essa oportunidade.


Grande Minas Pampulha
Av. Antônio Carlos, 6250 - (31) 2116-1336
Grande Minas Contagem
Av. General Davi Sarnoff, 440 - (31) 2116-1247
Grande Minas Cristiano Machado
Av. Cristiano Machado, 4000 - (31) 3972-4151


Curtem o Tracker, estão de olho em uma? Que pontos positos e negativos percebem nesse modelo?

sábado, 4 de outubro de 2025

Nivus Highline Outfit 2026 ficou mais bonito, seguro e moderno


O Nivus mudou pouco, mas mudou bem. As maiores mudanças extremamente foram na frente, perdeu a grade larga entre os faróis para receber uma peça mais discreta e na versão Highline conta com iluminação em Led ligando os faróis, que são em Led com DRL. Nessa versão tem o opcional Outfit que logotipos escurecidos, detalhes nos choques, retrovisores e maçanetas em preto brilhante, rodas de liga de 17" escurecidas, teto em preto e bancos com revestimento premium, e custa R$ 2.160,00.


O motor é o 1.0 turbo 3 cilindros que rende 128/116 cv e 20,4 kgfm a 2000 rpm. O consumo é de 8,6/10,3 km/l com etanol e 12,4/14,8 km/l com gasolina. Na prática, cheguei a fazer até 17 km/l na estrada com gasolina.


Tem chave presencial, basta colocar a mão na maçaneta e ele abre inclusive os retrovisores. No interior os bancos em couro da versão Outfit vem em duas cores, azul e branco, com ajustes manuais de altura e encosto. Tem encosto de braço central regulável com porta objetos, freio de mão comum e câmbio automático de seis velocidades. O ar condicionado é digital de uma zona e tem comandos touch. A mídia é a VW Play de 10,1" com conectividade sem fio e aplicativos nativos.


Tem painel digital de 10,25" configuravel e o volante multifuncional tem base achatada e borboletas para troca de marchas. Em segurança é completo, tem ACC, frenagem autonoma de emergência, Retrovisor fotocrômico, sensor de ponto cego, sensor de tráfego cruzado e assistente de manutenção em faixa, sendo que esses três últimos são parte do pacote opcional ADAS de R$ 4.150,00.


O espaço interno é razoável, são 2,566 m de entre eixos, com o banco do motorista pra trás fica mais limitado.


No porta malas são 415 litros e dependendo da cadeira de rodas precisa retirar as rodas. Alguns modelos cabem sem desmontar.


O Nivus custa R$ 163.290,00 nessa versão Highline e com todos os opcionais o preço sobe para R$ 174.180,00. Para PCD tem isenção de IPI e bônus de fábrica e sem opcionais fica por R$ 136.950,54.


Que acham do modelo, ficou mais bonito? Vale a pena?




Renegade Sahara - a versão mais completa com tração 4x2


Nada como uma renovada na linha para aumentar a atratividade de um carro. A Jeep mexeu pouco mas acertou bastante nas novas versões do Renegade. Mas o que fará diferença em vendas foi a estratégia ousada de baixar preços de quase toda linha.


Avaliei a Sahara, que substitui a Série S como topo de linha com tração dianteira. Acima dela, mais duas versões com tração integral.


A versão Sahara traz quase todo conforto e tecnologia que a marca proporciona sem perder a robustez. Vem com motor 1.3 turbo de 4 cilindros que rende 176 cv e 27,5 kgfm de torque que leva bem os 1476 kg do modelo. O consumo porém não é dos melhores, pelo Inmetro faz 11,1 km/l na cidade e 12,4 km/l com gasolina. Na prática fez comigo 6,5 km/l na cidade e 13,5 km/l na estrada.


O visual é marcado por detalhes em cromado e aço escovado na frente, belíssimas rodas diamantadas de 18" na lateral, pintura bitom e adesivos alusivos à versão.


No interior tem bancos em couro, sensores pra todo lado, seis Air bags, mídia de 8,4" com conectividade sem fio e GPS nativo, painel digital configurável, ar condicionado digital de duas zonas, carregador de celular por indução, freio de mão eletromecânico, Start&Stop e acabamento de alto nível. E já vem com teto solar panorâmico nessa versão, que inclui ainda friso lateral com o nome do modelo. Essa foi uma mudança positiva do Renegade, são mais versões, sete no total, e menos opcionais, que não são valorizados na revenda. Dessa forma cada versão terá seu valor preservado.


Quanto a medidas o Renegade se destaca pela altura e largura da sua cabine, acomoda bem cabeças e ombros, mas o espaço interno no comprimento não é o melhor, são 2,57 m de entre eixos mas na prática é apertado. O porta malas tbem não é grande, são 320 litros e apesar do pouco volume cabe cadeira de rodas montada.


A que público afinal a Sahara se destina? A quem gosta do lifestyle que o Jeep representa, valoriza acabamento e tecnologia embarcada e eventualmente enfrenta um fora de estrada leve.


A versão Sahara teve redução de preços, caiu 10 mil reais e agora custa R$ 169.990,00. O preço para PCD tem 17 mil de desconto e sai por R$ 153.066,22. Curte o Renegade?



208 GT - o hatch estiloso e esportivado da Peugeot


208 GT na estrada! Como é viajar com o hatch compacto estiloso da Peugeot. O conjunto mecânico é um dos grandes destaques, motor potente e econômico atua em harmonia com o câmbio CVT proporcionando rodar suave e retomadas vigorosas em ultrapassagens. O conforto é acima da média, os bancos são anatômicos, o volante pequeno tem respostas rápidas e o Cluster digital 3D é um show à parte. Apesar do interior apertado, o teto solar panorâmico dá sensação de amplitude e o interior escuro trás esportividade.


Em segurança ele é muito bom, são seis Air bags, frenagem autonoma de emergência e assistente de manutenção em faixa. Faltou o ACC e Retrovisor eletrocrômico. Mas tem sensor crepuscular e comutação automática de faróis.


O espaço atrás é limitado e o porta malas tem apenas 265 litros. E o banco traseiro não é bipartido, se quiser levar mais bagagem precisa abrir mão do banco traseiro.


A estabilidade é incrível, tem rodas de 17" com pneus de perfil baixo, 45 apenas. O entre eixos curto deixa as curvas ainda mais precisas.


Esperto e elegante, o 208 é uma delícia de dirigir. No trecho que fiz o consumo ficou em incríveis 15,3 km/l no etanol, sendo que pelo Inmetro faz 9,7 km/l na estrada.


Curte o 208? Acertaram nessa versão GT? Pra mim ficaria ainda mais esperto se adotasse o motor 1.3 turbo. Aí sim, seria um GT de verdade!

Taos Highline 250 TSI ficou mais bonito e equipado. Vale a pena?

Taos Highline 250 TSI 2026 - o SUV médio da VW recebeu um facelift na linha 2026 e passou a vir do México - antes vinha da Argentina. Tem fa...