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| Apesar dos políticos... vale a pena votar |
Nos termos da resolução 21.920 art. 1º, a regra é que o Deficiente físico é obrigado a alistar-se e também ao ato de votar. Porém, no parágrafo único do art. 1º existe uma exceção: "Parágrafo único. Não estará sujeita a sanção a pessoa portadora de deficiência que torne impossível ou demasiadamente oneroso o cumprimento das obrigações eleitorais, relativas ao alistamento e ao exercício do voto."
Se o eleitor enquadrar-se nesse contexto ele deve proceder ao que prescreve o art. 2º:
"Art. 2º O juiz eleitoral, mediante requerimento de cidadão nas condições do parágrafo único do art. 1º ou de seu representante legal ou procurador devidamente constituído, acompanhado de documentação comprobatória da deficiência, poderá expedir, em favor do interessado, certidão de quitação eleitoral, com prazo de validade indeterminado.
A Resolução do TSE nº 21.920/2004 não impede o portador de deficiência de exercer o direito de votar, antes, faculta-lhe o de requerer, motivadamente, a dispensa da obrigação, dadas as peculiaridades de sua situação.
Portanto, de acordo com o TSE, o deficiente físico não é obrigado a votar. O Tribunal Superior Eleitoral aprovou a formulação desenvolvida pelo ministro Gilmar Mendes, uma vez que a Constituição Federal de 1988 não cuidou do assunto. A resposta do TSE foi dada à uma consulta feita pela Corregedoria Regional Eleitoral do Espírito Santo.
O ministro Gilmar Mendes defendeu a “facultatividade do alistamento e do voto aos cidadãos que apresentem deficiência que impossibilite ou torne extremamente oneroso o exercício de suas obrigações eleitorais”. Ele ressaltou que a Constituição Federal “nada diz sobre os inválidos” nessa questão eleitoral. Os ministros do TSE acolheram a formulação feita por Gilmar Mendes.
Apesar de ser desanimador pensar em escolher políticos no Brasil, é a única forma de participarmos do processo de escolha dos dirigentes do nosso país. Eu particularmente adoro votar, acho muito importante e recomendo. Já fui até mesário, por dois anos consecutivos em um colégio estadual aqui em Belo Horizonte. No último ano (geralmente te convocam por três anos) eu sofri um acidente de bicicleta e quebrei o maxilar uma semana antes, aí não compareci (depois justifiquei, claro). E para verem como eu gostava, geralmente as eleições caíam no meu aniversário (01/10), pois é no primeiro domingo de outubro, e ainda assim eu passava o dia todo lá.
O ministro Gilmar Mendes defendeu a “facultatividade do alistamento e do voto aos cidadãos que apresentem deficiência que impossibilite ou torne extremamente oneroso o exercício de suas obrigações eleitorais”. Ele ressaltou que a Constituição Federal “nada diz sobre os inválidos” nessa questão eleitoral. Os ministros do TSE acolheram a formulação feita por Gilmar Mendes.
Apesar de ser desanimador pensar em escolher políticos no Brasil, é a única forma de participarmos do processo de escolha dos dirigentes do nosso país. Eu particularmente adoro votar, acho muito importante e recomendo. Já fui até mesário, por dois anos consecutivos em um colégio estadual aqui em Belo Horizonte. No último ano (geralmente te convocam por três anos) eu sofri um acidente de bicicleta e quebrei o maxilar uma semana antes, aí não compareci (depois justifiquei, claro). E para verem como eu gostava, geralmente as eleições caíam no meu aniversário (01/10), pois é no primeiro domingo de outubro, e ainda assim eu passava o dia todo lá.
Encontrei uma cartilha interessante da Prefeitura de São Paulo sobre o assunto, vale a pena ler, clicando aqui.

mas como fica, a questão de poder fazer financiamentos, concursos públicos, tendo em vista que pedem que esteja com a situação regularizada.
ResponderExcluireu sou cadeirante T7 e sou louco para deixar desse "direito".
Obrigado pelo esclarecimento, Gregori! É uma dúvida que eu também tinha. Abraços!
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