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| A esquina "mardita" |
Finalmente encontrei um lugar mais amplo e dei sorte, o primeiro táxi que vinha era uma Palio Weekend. O cara subiu na calçada e entrei com mais tranquilidade, e ele conseguiu colocar a cadeira inteira no porta malas. Muito mais prático do que esses carros com mini-porta-malas. Felizmente cheguei em casa bem, porém dolorido.
Hoje fiz diferente. A Gi veio do trabalho andando (pobre tem que andar mesmo) e me encontrou na porta da empresa. Pensamos em pegar ônibus, mas tinha que atravessar a avenida e ainda esperar passar um adaptado. Pensamo num táxi, mas como gosto de uma aventura dei a ideia: vamos andando. E rodando. É só um quilômetro, mas cadeira de rodas em BH enfrenta uma maratona. Além dos inevitáveis morros, há todo tipo de obstáculo, sem contar as travessias, que nem sempre tem um semáforo para quebrar nosso galho e parar o trânsito frenético. Mas felizmente ainda tem alguns motoristas educados e tem gente que para o carro, mesmo com mais gente atrás, para deixar um pobre cadeirante atravessar. Aconteceu duas vezes no trajeto de hoje. Para terem uma ideia, fiz um pequeno vídeo de um trecho do trajeto, que podem conferir abaixo. É gente, é difícil ficar a pé. Ou melhor, a roda.

Poxa cara essa rua ainda tá de boa. Se vc visse as minhas calçadas vc chorava.
ResponderExcluirDepois que a motorizada quebrou não saio de casa há uns 6 meses a não ser de carro.