Dica do leitor do blog Artur Acioli, o portal da revista Veja disponibiliza na seção "saber +" diversas informações sobre deficientes físicos, principalmente para e tetraplégicos. Na onda da novela Viver a Vida, em que a personagem Luciana, de Alinne Moraes, a partir do capítulo de hoje se descobrirá tetraplégica, nós cadeirantes teremos mais visibilidade, já que os detalhes e desafios da vida sobre uma cadeira de rodas serão retratados em rede nacional (espero que sejam fiéis à realidade). É uma excelente oportunidade para nos manifestarmos e exigir cada vez mais nossos direitos, desde o básico "ir e vir" até maiores oportunidades de estudo e trabalho.
Visite o portal da veja clicando aqui.
Aproveito para disponibilizar este espaço para contribuições de leitores sobre o tema. Assuntos de interesse ou textos próprios, enviem para o e-mail alerifer@yahoo.com.br.
olá pessoal...estou fazendo um tcc sobre a inclusão de cadeirantes e pessoas amputadas.....para criar uma loja especialmente para vcs, com um espaço amplo.maior confortavel e etc...ou uma marca com roupas confortaveis...bonitas...práticas e etc...queria uma ajuda!
ResponderExcluirobrigada!!!
thais.petrocchi@globo.com
Olá. Meu nome é Andressa sou uma pessoa que não tem nenhum tipo de deficiência física, porém há 15 dias sofri uma queda e rompi os ligamentos do meu tornozelo.
ResponderExcluirSou professora, formada em Biologia, e trabalho em uma instituição que tem alguns alunos no processo de inclusão, já fiz por conta disso uma pós graduação sobre inclusão mas nada me comoveu mais em todo esse tempo, do que estar vivenciando a dificuldade de querer estar inclusa em uma sociedade..
Olha que esse meu probleminha tem dia pra acabar, imagine os que não tem..
Tenho observado os acessos em todos os locais que vou, mesmo com muita dificuldade, tenho saído de casa e preciso do auxílio de uma muleta para isso.. simplesmente na maioria dos lugares não existe acessibilidade.A proproção é de 10 para 1.
Tem locais que vou onde uma pessoa de cadeira de rodas não entra, pois o acesso ao local é feito por escadas.. outros a rampa é tão inclinada que não permite o acesso, salvo do risco de tomar um belo tombo..
Sem contar os acessos que são escondidos e a atenção e o constrangimento que uma pessoa com necessidades especiais causa no meio de outras pessoas "normais".
O objetivo de estar escrevendo esse desabafo, é justamente o de estar vivendo esse outro lado.. estamos no século XXI e com absoluta certeza afirmo que as pessoas com qualquer tipo de deficiência não tem a sua cidadania reconhecida, sequer respeitada.. pois acredito que poucos deficientes se propõem a se desgastar em todos os sentidos para lutar por sua cidadania.. dá vontade de ficar em casa, largada na cama e assistir tv.
Pois é contra essa vontade que escrevo. Acho que a mobilização pró-adaptação, acessibilidade, inclusão.. deve, claro! Que partir da maioria. A justiça social deve previlegiar a todos.. e olha que começar dispondo de acessos para pessoas deficientes ir e vir é muito fácil..basta a iniciativa das prefeituras em aprovar e exigir projetos com essa característica.
Estou falando de liberdade.. direito a liberdade..
Boa tarde, trabalhamos com a divulgação dos direitos para deficientes físicos através de nossa página no face e em nosso blog em nosso site. Caso queiram colaborar com ideias para postagens que possam ser compartilhadas e que ajudarão na divulgação destes direitos, entrem em contato pelo nosso site www.acessoisencoes.com.br
ResponderExcluirVejam tbm nosso blog! abs!