O TCC deste post está sendo elaborado pelo Vinicius, estudante de Engenharia Mecânica da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, em Pato Branco. A ideia dele é um equipamento similar ao Firefly, da foto acima, e ao Speedy, que já falei aqui em outro post. Acho este sistema genial, pois transforma uma cadeira manual em motorizada com pouca adaptação, basta uma forma inteligente de fixar a parte dianteira em uma cadeira comum e pronto. É leve, simples e teoricamente mais barato do que uma cadeira motorizada ou um triciclo. O problema é que não tem no Brasil. Mas com o projeto do Vinicius, quem sabe? Abaixo o link para o questionário que ele elaborou para embasar a pesquisa dele. Vamos responder?
sábado, 8 de junho de 2013
terça-feira, 4 de junho de 2013
Serviço de Atendimento Especial
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| Serviço de auxílio a pessoas com necessidades |
No Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, há uma sala da Gol própria para atendimento a pessoas com necessidades especiais. A ideia da sala é dar maior atenção a quem tem algum tipo de necessidade especial, como cadeirantes, idosos ou mulheres grávidas. Eles não fazem o check-in, mas monitoram o vôo de quem solicita o serviço e encaminham o passageiro assim que estiver tudo certo. Eles solicitam, por exemplo, o ambulift para quem é cadeirante, e providenciam cadeiras de rodas para quem tem dificuldade de locomoção. Quando recebem a confirmação do início de embarque, acompanham o passageiro até a aeronave.
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| Bem que a sala podia ter mais estrutura |
Mas o que acho imperdoável nessa sala é a falta de banheiros, nem normal e muito menos adaptado. Se a pessoa está ali esperando e precisa utilizar, tem que ir lá fora e andar um bocado para encontrar um banheiro. No fim das contas, o serviço é útil, agiliza a solicitação do ambulift e tem pessoal treinado para auxiliar quem precisa. Mas podia ser mais bem estruturada.
domingo, 19 de maio de 2013
Entrega da cadeira do Ângelo Gabriel
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| Com o Fábio na entrega da cadeira do Ângelo |
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| Agora ele vai detonar em Ribeirão das Neves! |
Eu gostaria muito de poder ajudar mais gente dessa forma, fiquei emocionado e feliz em proporcionar de alguma forma um pouco mais de qualidade de vida para quem precisa. Agradeço novamente ao Eduardo Tardiolli, que através da Cecília Acessibilidade tornou possível essa iniciativa, e ao Fábio, que já se tornou um parceiro do blog. E boa sorte para o Ângelo Gabriel com a cadeira nova!
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Reatech 2013 - Elevadores portáteis
| Stair-trac |
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| S-Max Sella |
sábado, 11 de maio de 2013
Reatech 2013 - Triciclos
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| Sun Trike adaptado de um scooter Burgman i |
Não podia faltar na Reatech opções motorizadas para deficientes. Além dos diversos stands de montadoras, a primeira coisa que me chamou a atenção na Reatech foi um stand logo na entrada, do lado direito, que tinha dois triciclos adaptados para cadeirantes. São triciclos adaptados de sccoters da Suzuki pela Sun Trike, em Diadema, interior de São Paulo. O da foto acima, adaptado da Suzuki Burgman de 125 cilindradas, tem um suporte para levar uma cadeira de rodas dobrável ao lado. Perguntei se dava para levar uma monobloco, e o vendedor disse que é possível utilizando o suporte traseiro e cordas para fixar, mas não senti muita firmeza...
Achei interessante que a poltrona para o cadeirante fica mais baixo do que num scooter normal, o que facilita a transferência. Os pés vão em suportes próprios ao lado das rodas dianteiras. O triciclo de 125 cc adaptado e homologado pelo Denatran custa 12 mil reais. Não achei o preço tão abusivo assim. O problema é que necessita de habilitação, mas já há auto escolas em São Paulo especializadas em treinar nestes triciclos.
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| Triciclo parrudo e confortável |
O outro triciclo que estava em exposição no stand era um modelo bem mais parrudo, de 400 cc, com dois lugares, mas sem suporte para cadeira de rodas. É um belo veículo, dá para viajar com segurança, passear, tem bastante potência e parece bem estável. Mas o preço, também acompanha: 32 mil reais! É para quem gosta muito de moto, e quer curtir a mesma sensação.
O Tribike também estava presente! Igual ao que eu tenho e já mostrei aqui várias vezes, estava em exposição no stand da Cecília Acessibliidade. Dei algumas voltas nele na feira e fez bastante sucesso, muita gente me parou para perguntar sobre as características dele, preço, segurança, etc. Fiz até um filme on board, vejam abaixo.
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Reatech 2013 - Motores auxiliares
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| Esse aí não vi na feira... |
Acredito que todo cadeirante que usa cadeira manual já ouviu aquela perguntinha "porque você não compra uma cadeira elétrica?" Em primeiro lugar, eu respondo, porque não quero morrer. Cadeira elétrica é utilizada em alguns estados americanos para cumprir pena de morte e, literalmente, fritar o indivíduo. Cadeira motorizada é o correto a se dizer. Depois da brincadeira constrangedora a pessoa insiste: "então, porque você não compra uma cadeira motorizada? É muito cara?" Bem, explico eu, hoje em dia as boas cadeiras manuais do mercado custam tanto quanto ou mais do que uma cadeira motorizada, portanto não é pelo preço, mas porque não é recomendado para mim. Apesar do Sarah me considerar tetra, eu sou um paraplégico alto com bom controle de tronco, e portanto tenho força nos braços, e se comprar uma motorizada, vou engordar como uma baleia, pois o único exercício que se faz ali é com os dedos. Pelo menos eles ainda terão força para outras atividades...
Mas convenhamos que tem hora que faz falta a cadeira motorizada. Ainda mais para quem mora no meio da montanha, como nós mineiros. Aqui em BH tem determinados morros impossíveis de subir tocando uma cadeira de rodas. E tem alguns que só são possíveis se o cara for a 0,1 km/h, e então consegue chegar lá em cima depois de muito esforço e muito tempo. É nesse momento que sente falta de um empurrãozinho. Desde que me entendo por cadeirante, ficava viajando na possibilidade de inventarem um motor elétrico pequeno para encaixar na cadeira manual e dar aquela forcinha extra em algumas montanhas da vida.
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| Smart Drive, a ajudinha que faltava! |
E não é que vi muitas opções assim na Reatech? Na verdade, três opções. A mais interessante, e com melhor custo benefício, foi o Smartdrive. Esse acessório se encaixa no eixo traseiro de qualquer modelo de cadeira de rodas (que tenha esse eixo), a bateria entra sob o banco e é só tocar a cadeira que ele empurra o cadeirante morro acima, ou no plano mesmo. E ao frear a cadeira segurando nos aros, ele para. Assim que volta a tocar, ele volta a funcionar.
O aparelho é leve, pesa apenas cinco quilos, e tem uma bateria que se encaixa facilmente sob o assento que pesa somente 3,7 kg. Fabricado pela Max Mobility, é vendido pela Mobility Brasil por 15 mil reais - preço na Reatech. Vejam o vídeo demonstrativo abaixo.
Outro motor elétrico estava disponível no stand da Cavenaghi, e na verdade são dois, um em cada roda, mas que operam em conjunto, chamadas rodas E-motion.
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| Bateria e comando do Smartdrive |
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| Rodas E-motion, motores independentes |
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Reatech 2013 - Acessórios
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| Easy Mob, auxílio para tocar a cadeira |
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| Serve em qualquer cadeira, dobrável ou monobloco |
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| Revestimento para aro, feito em borracha |
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| Puxadores de zíper |
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| Stand da Jumper |
Fora estes, haviam outros acessórios legais, como motores elétricos que ajudam empurrando a cadeira, mas vou falar deles em um post específico. Aguardem!
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