domingo, 7 de abril de 2013

TCC - mesa para cadeiras de rodas

Mesa criada pelo Múcio, que fez sucesso aqui no blog
Estudantes de Engenharia da USP estão desenvolvendo um projeto, com fins acadêmicos, de uma mesa para cadeiras de rodas. Vai ser semelhante à mesa criada pelo Múcio, que publiquei aqui no Blog em 10/10/12 (clique aqui para ler o post). Não sei se eles se inspiraram no post para criar o projeto, mas já é uma prova do quanto a criatividade pode ajudar no dia a dia de um cadeirante.
Como a mesa do Múcio foi construída artesanalmente, pelo cunhado dele, que foi seguindo a ideia que ele teve, a diferença principal seria a capacidade dela ser produzida em escala comercial, sendo ajustável a diversos modelos de cadeiras de rodas, além de ajuste na altura também. Eles buscarão ainda atender outros aspectos, como baixo custo, portabilidade e leveza.
Para prosseguir com o desenvolvimento do projeto, seria importante compreender melhor as necessidades e o que os possiveis usuários esperam de um produto como esse. Para isso, desenvolveram um pequeno questionário, e esperam aplicar no maior número possível de cadeirantes. Vamos ajudá-los preenchendo a pesquisa, é curta e direta, e está no link abaixo:

Pesquisa de Opinião - Mesa Acoplável à Cadeira de Rodas

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Guarapari para cadeirantes

Boteco com uma vista dessas? Em BH não tem...
Tem um ditado que diz que santo de casa não faz milagre. Tem outro que diz que em casa de ferreiro, o espeto é de pau. Ambos me servem muito bem, eu geralmente esqueço de fazer postagens sobre os locais que mais conheço. Guarapari, para quem não sabe, é praticamente a praia de Minas Gerais. Já houve ocasiões em que eu encontrei mais da metade dos meus amigos lá sem combinar com nenhum. E é lá também que atualmente moram meus pais. Então, sempre que tenho uma chance, dou uma fugidinha pra lá. Fiz isso nesse último feriado.
Orlas urbanizadas com largos calçadões
A cidade cresceu bastante desde que a conheci, nos anos 80, e hoje a maioria das praias tem orla urbanizada, com quiosques de alvenaria e calça larga e acessível. As faixas de travessia nas principais praias de ruas são elevadas, no nível da calçada. E os motoristas param para os pedestres atravessarem as ruas, sem necessidade de semáforo. Um exemplo para o resto do Brasil. Estou falando das praias da região central da cidade, que conheço mais. As fotos deste post são de lá.
Calçadas lisas e mirantes estão por todo lado
Guarapari tem algumas facilidades para cadeirantes. A cidade é quase toda plana, com poucos desníveis, e tem rebaixamento na maior parte das esquinas nos locais movimentados. Saindo um pouco da orla, a coisa fica feia. Não há mais rebaixamentos nas esquinas e as calçadas são péssimas, algumas tão estreitas que o cadeirante é obrigado a ir para a rua.
Há alguns estabelecimentos com acesso para cadeirantes, sem degraus na entrada. Mas infelizmente nem todos tem banheiro acessível. Um lugar que frequento sempre que vou lá é o Beco da Fome, um calçadão com vários restaurantes e botecos. Só frequento porque há várias mesas no calçadão, pois quase todos os bares tem escadas na entrada. E pra piorar, as mesas não são de pés paralelos, eu estaciono "de lado" e para comer é desconfortável. Banheiro adaptado nos bares, nem pensar. Bola fora.
Outro é o restaurante que dá para ir é o da Pedra da Paquera, uma península entre as praias das Castanheiras e da Areia Preta. O visual é fantástico e a comida muito boa. Uma coisa que vale a pena na praia é comer frutos do mar, na Choperia Informal, no Beco da Fome, serve lagosta por menos de cem reais para o casal (preço fora de temporada).
Dá para curtir praia com alguma ajuda
Há muitos hotéis com quartos adaptados na cidade, como o Porto do Sol, Meaípe e Vista Bela. Não tenho como avaliá-los aqui pois minha única hospedagem lá é a casa da mamãe, essa totalmente adaptada. Mas sei que hotéis adaptados não costumam trazer muitas novidades, só recomendo ligar antes para saber sobre as adaptações do banheiro, que costumam trazer surpresas.
Ao fundo o restaurante da Pedra da Paquera
Infelizmente não há praia adaptada em Guarapari, mas em Vila Velha, a menos de 40 km de lá, está a melhor que já fui até hoje. Falei dela neste post. A opção que temos é ir até a areia com nossa cadeira mesmo, com ajuda de alguém. Há praias com faixa de areia curta, como a de Meaípe, o que facilita chegar até lá e passar para uma cadeira de praia.
Gosto mesmo da cidade pelas orlas urbanizadas, com quiosques que atendem muito bem. É uma delícia passear pelos calçadões e parar em um quiosque ou restaurante para bater papo com a família ou amigos. Recomendo.

terça-feira, 26 de março de 2013

Vocal da Guidosimplex

Microfone e sensor crepuscular do Vocal
Sabe aqueles antigos filmes de ficção em que a pessoa chega em casa e não toca em nada, só dá comandos de voz para que tudo funcione, tipo "acender luz", "ligar TV", "aumentar volume"? Já faz algum tempo que isso não é mais ficção. TV com comando de voz já é uma realidade (apesar de muito caro ainda), e há alguns protótipos que permitem controlar funções da casa por comando de voz, apesar de nada comercial ainda.
E nos carros? Isso também não é ficção há um bom tempo, pelo menos no que diz respeito a controle de celular. Uso bluetooth desde 2008 e acho uma mão na roda para quem está sempre com as mãos ocupadas. É só apertar um botão, falar o nome de quem quer chamar e conversar tranquilamente. Mas faltava ainda controlar outras coisas no carro com a voz. Faltava, não falta mais.
O Vocal pode ser ligado ou desligado por um botão no painel
A Hélio Adaptações está trazendo para o Brasil o Vocal, da Guidosimplex,uma adaptação que permite controlar as principais funções do carro sem tirar as mãos do volante ou da alavanca de aceleração/frenagem. Basta pronunciar os comandos e o Vocal executa na hora. E há várias formas de ativar os comandos, tudo em português e sem necessidade de treinar a voz para reconhecimento. O sistema reconhece qualquer pessoa falando os comandos com clareza, sem necessidade de gritar ou manter os vidros fechados. Claro que em ambientes com muito barulho externo ele pode ter mais dificuldade em reconhecer, mas nos testes que fiz, mesmo com barulho os comandos foram reconhecidos na hora.
Além dos comandos de voz, o Vocal vem com sensor crepuscular, que ascende os faróis quando entra em ambiente escuro ou quando anoitece, e desliga quando o ambiente está claro. Isso ajuda ainda mais, caso o motorista se esqueça de acionar os faróis por comando de voz. Melhor do que descrever o produto é mostrar, por isso fiz um vídeo demonstrando as principais funções. Confira abaixo.
O Vocal é direcionado para quem tem limitações mais severas, como tetraplégicos, mas pode ser utilizado por qualquer pessoa, pois proporciona conforto e segurança, sem contar a praticidade. Eu já acostumei a tirar a mão do acelerador para passar marcha ou acionar o limpador de para brisa, mas fiquei empolgado com a possibilidade de não precisar dessa "manobra".
Claro que essa tecnologia toda tem seu preço: R$ 5.690,00 instalado na Hélio Adaptações, aqui em BH. Ele pode também ser encontrado em qualquer representante do Hélio pelo Brasil. Confira a lista clicando em http://www.helioadaptacoes.com.br/concessionarios.html.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Plataformas elevatórias

Elevador para cadeiras de rodas: tem que funcionar!
Se tem uma coisa que decepciona um cadeirante é quando chegamos a um determinado local, principalmente um órgão público, que sabemos que tem um elevador, mas ao tentar utilizar descobrimos que  ele não está funcionando. E eles sempre tem uma desculpa, como "acabou de estragar" ou "não tem quem arrume". O fato é que a maior parte dos locais com elevador não dá manutenção adequada a esses equipamentos.
O Salomão, daqui de Belo Horizonte,  trabalha com manutenção destes equipamentos há quatro anos e está muito preocupado com a precariedade das plataformas instaladas atualmente. De acordo com ele, grande parte delas se encontra em estado de deterioração, muito mal conservadas, e isto é um perigo para os usuários.
Ele me contou que uma limitação que os órgãos públicos alegam ter é a necessidade de licitação para contratar a manutenção das plataformas. O processo de licitação geralmente demora muito, enquanto isso quem precisa continua tendo dor de cabeça. 
O Salomão vai nos dar uma breve aula sobre os pontos de atenção dos diferentes tipos de plataformas elevatórias que existem.
"Existem dois tipos de Plataformas: de tração por cabo de aço e de tração por fuso (rosca sem fim).
- Tração por Cabo de Aço:
Neste tipo de plataforma, o cabo de aço tem vida útil, pois no movimento de sobe e desce o cabo passa por roldanas, e neste caso o cabo se movimenta muito, podendo se romper se não houver a manutenção ou troca preventiva e ou periódica.

2° Tração por Fuso (rosca sem fim)
Neste tipo de plataforma, a porca do fuso e as correias do motor elétrico tem vida útil, pois no movimento de sobe e desce a porca corre por toda a extensão da rosca sem fim e movimenta muito, podendo ter folga por falta de lubrificação adequada, manutenção ou troca preventiva e ou periódica.

Ambas as plataformas necessitam de uma manutenção preventiva e ou periódica, pois se os cabos se romperem acontece um acidente, e o fuso sempre tem que estar bem lubrificado e sem folga na porca.
Já fiz manutenção em uma plataforma em que o cabo de aço de sustentação estava arrebentado há mais de um ano e a mesma se encontrava funcionando normalmente. Isso me deixou revoltado com o dono da loja, imagina se arrebenta o outro cabo com alguém dentro da plataforma, pode ocorrer um acidente sério.
Os donos dos estabelecimentos não acreditam que a falta de manutenção periódica, preventiva ou até mesmo corretiva seja necessária. Depende muitas vezes dos usuários para conseguir conscientizar as pessoas do quanto isso é importante."
Salomão Manutenções
www.salomaomanutencoes.blogspot.com
(31) 8600-9395 / (31) 9268-2801

Pois é minha gente, é importante ficarmos atentos às condições de uso dos elevadores para cadeirantes, pois um acidente pode até ser fatal, ou machucar muito. E pra quem já está "quebrado", não é nada boa a possibilidade de se quebrar mais!

quarta-feira, 20 de março de 2013

Salvador para cadeirantes


A cidade deve ser boa para cadeirantes, uma das atrações é um elevador!
O texto abaixo é uma contribuição da Anabela Calegaro, jornalista do site pacotesdeviagensft.com.br, uma extensão do Fala Turista. Aqui ela dá dicas sobre o turismo na cidade, os limites para deficientes e os avanços que tem acontecido para atender este público.

"Estamos em pleno verão e muitas cidades paradisíacas brasileiras são procuradas por turistas do Brasil e do mundo. Praias, sol e calor são tudo o que essas pessoas buscam em um país tropical com um dos litorais mais extensos do mundo. E uma das melhores opções para o passeio de verão é a cidade de Salvador. Com um povo alegre, musical e hospitaleiro, Salvador abriga lindas praias e ainda grande parte do acervo arquitetônico histórico do Brasil. Caminhar pelas ruas da capital baiana é pisar na própria história do nosso país, entre guerras, escravidão e desenvolvimento. Mas e para aqueles que dependem do auxilio da cadeira de rodas? Para os turistas com alguma restrição de mobilidade, Salvador também abriga uma estrutura para que essas pessoas possam desfrutar de um turismo completo e divertido. Podemos dizer a cidade de Salvador conta com uma boa estrutura de suporte para cadeirantes e as demais pessoas com alguma restrição de mobilidade.

Apesar dos morros e ruas com calçamento irregular...
Salvador divertida para todos
A cidade de Salvador ainda tem muito que aprender e evoluir para atender seus deficientes físicos e os turistas com deficiência de forma perfeita. Mas nos últimos anos muita coisa já foi feita nesse sentido e a estrutura local para atender esse tipo de turismo já está sendo melhorada. 
A maioria dos hotéis tem estrutura qualificada para abrigar turistas com dificuldades ou restrições de mobilidade, e quanto à estadia os turistas não precisam se preocupar. O transporte público ainda precisa de melhorias, no sentido de que todos ou quase todos os ônibus tenham a capacidade de transportar pessoas com deficiência. Mas há um grande número de coletivos na capital baiana que já oferece essa opção com segurança e rapidez para cadeirante. 
Além disso, muitas ruas já estão sendo modificadas com calçadas rebaixadas para permitir o acesso aos cadeirantes a todos os lugares da cidade, para evitar que os turistas precisem pegar táxi ou carro para alcançar os pontos desejados. Afinal, não há nada melhor do que percorrer o centro histórico de Salvador, curtir a vista devagar e encontrar a história do Brasil em cada canto.
Se você está organizando sua viagem para a capital baiana, a dica é procurar por pacotes de viagens com as agências de turismo. Além de conseguir ótimas opções de preços e vantagens, as agências podem apresentar dicas para que o turista cadeirante aproveite a viagem em sua totalidade.

Anabela Calegaro
Graduada em Comunicação Social - Jornalismo"

sábado, 16 de março de 2013

Soltando os monstros

Cris Côrrea em meio aos seus monstrinhos
Quando a pessoa sofre um acidente e tem a vida transformada por uma sequela grave que tira os movimentos, e passa a conviver com uma limitação que necessita uma cadeira de rodas para se locomover, o baque psicológico geralmente é grande. Para lidar com isso, muita gente se isola do mundo, fica mal humorado, se revolta e perde a alegria de viver. E então cria vários monstros em sua cabeça, se acha a pior pessoa do mundo, acha que todo mundo está contra ela, vê preconceito em tudo e fica imaginando um monte de coisa ruim.
O caso da Cris Côrrea, de Registro, em São Paulo, é diferente. Ela também criou vários monstros, mas ao invés de guardar para si mesma, ela vende! São monstrinhos de pelúcia feitos por ela mesma, vendidos através da sua empresa, a Maenga Toys, e conta abaixo sua história.
Monstrinhos do bem!
"Aos 17 sofri um acidente de carro, onde fraturei uma vértebra e por consequência fiquei paraplégica – e, desde então, sou cadeirante. Mudou tudo na minha vida a partir do ocorrido. Tive um período de adaptação, até redescobrir uma maneira de seguir em frente e continuar a viver como todo mundo, entre qualidades e limitações.
Quando pequena, eu ficava olhando minha mãe costurar, mas na hora de colocar as mãos na máquina, não dava muito certo. Bom, se antes eu já não dava conta, depois do acidente nem sequer passava pela minha cabeça tentar. Até mesmo porque para costurar você usa os pés, o que no meu caso não iria dar. Então, no início do projeto eu cortava os bonecos e pedia à minha mãe que costurasse para mim, mas ela tinha as coisas dela pra fazer e minhas coisas acabavam ficando de lado. Foi também nesse período que conheci a toy art pela internet e fiquei louca, apaixonada! Era exatamente a forma que eu precisava para expressar minhas idéias, tinha – e tem – tudo a ver comigo: o gosto pelo bizarro, diferente, incomum sempre fez parte da minha personalidade. Logo, a idéia de poder criar algo que expressa isso me cativou. Foi quando comecei a criar ‘monstrinhos’.
O principal canal de divulgação do meu trabalho sempre foi, e ainda é, a internet. Pela facilidade de acesso e por atingir qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo.
A dica pra quem gosta de costura é, primeiro, não ter preguiça de desmanchar costura. Depois, não desistir e insistir sempre, porque perdendo o medo de arriscar você acerta, mesmo que não seja de primeira, uma hora de tanto insistir dá certo. O importante é não parar de tentar. Já para os fãs de toy art, a dica é acreditar na criatividade e investir na originalidade. Não existe arte que não encontre seus admiradores, pois beleza depende do ponto de vista.”
Esse é um belo exemplo de pegar um problema e transformar em oportunidade, além de gerar uma ocupação e fonte de renda. Como diz o ditado, "se a vida te der limões, pegue açúcar, gelo e pinga, e faça uma bela caipirinha!"

quinta-feira, 14 de março de 2013

Matéria para o MG TV

Desrespeito por vagas para deficientes é comum em BH
Nesta quarta feira, 13/03, foi ao ar uma matéria que fiz para o MG TV demonstrando a dificuldade que um deficiente físico encontra em Belo Horizonte ao tentar estacionar em uma das 703 vagas reservadas que existem na capital. Esta é uma luta antiga, desde que comprei meu primeiro carro adaptado, em 2008, passo por este problema.
Meu carro ficou parecendo um estúdio
A verdade é que é muito raro encontrar uma vaga de deficiente livre em BH. Para piorar, as vagas que SEMPRE estão ocupadas são as que ficam nos lugares mais importantes para deficientes, como hospitais, clínicas de fisioterapia, farmácias e afins, e isso fica evidente na matéria. Eu fazia fisioterapia em uma clínica na Av. Contorno e haviam duas vagas para deficiente próximas a um estacionamento, e estas vagas estavam sempre ocupadas. Eu algumas vezes ligava para a BHTrans denunciando o uso irregular e ficava na fisioterapia, no prédio próximo, vigiando para ver se ele apareciam. Mas nas únicas duas vezes que apareceram, a pessoa que tinha parado o carro já tinha ido embora. As vagas aparecem na reportagem, quando um cara vai tirar um carro preto assim que eu encosto.
Eu com a repórter Liliana Junger, que fez um excelente trabalho
Infelizmente esta é uma questão cultural, as pessoas acreditam que não tem importância para nas vagas pois pouca gente precisa ou se precisar pode parar em outro lugar, mas as pessoas não parar para pensar nas necessidades de quem tem dificuldade de locomoção. Como comentou no Facebook a Laura Martins, as pessoas não têm noção das necessidades de quem tem mobilidade reduzida. É importante que as pessoas entendam que as vagas reservadas não são privilégio. Temos uma deficiência que dificulta nossa locomoção. Por isso, precisamos estacionar perto da entrada dos locais, para reduzir esforço e risco de acidentes. O que vocês acham de um cadeirante subir uma ladeira debaixo de chuva (ele não tem como segurar guarda-chuva) e um andante, sem NENHUMA deficiência, parar na vaga em frente à entrada? Parece coisa de gente que se diz em condições de viver em sociedade?
O lugar que mais me revolta é na Avenida Afonso Pena, em frente à delegacia da Polícia Civil, há três vagas para deficientes e estão sempre ocupadas, ou pelos carros da Polícia Civil ou de funcionários de lá. Já precisei várias vezes parar ali, pois é próximo à Praça Sete, que tem vários prédios comerciais e repartições públicas, e acabei parando muito longe, fazendo um grande sacrifício para chegar ao local.
Esse quadro demonstra falta de civilidade, total falta de noção do que significa viver em sociedade e respeitar o direito do outro. Mas acredito na mudança de postura das pessoas vendo matérias como esta e nos ajudando a lutar por nossos direitos. Obrigado à equipe da Globo, principalmente à Carine Tavares, que tornaram possível essa matéria/denúncia. Abaixo o link para a reportagem:
http://globotv.globo.com/rede-globo/mgtv-1a-edicao/v/motoristas-desrespeitam-cadeirantes-e-estacionam-em-local-reservado-em-pontos-de-bh/2457277/

Taos Highline 250 TSI ficou mais bonito e equipado. Vale a pena?

Taos Highline 250 TSI 2026 - o SUV médio da VW recebeu um facelift na linha 2026 e passou a vir do México - antes vinha da Argentina. Tem fa...