quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Aquário da Prefeitura de Belo Horizonte

No último domingo finalmente fui conhecer o aquário do zoológico de Belo Horizonte, que reproduz o habitat do rio São Francisco. Aproveitei que a família da Gi estava aqui, inluindo o sobrinho dela de 3 anos, e fomos todos ver os peixinhos, apesar de que o menino queria mesmo é ver os tubarões (que desconfio não ter no "Velho Chico").
O lugar é totalmente acessível, apesar de ter um morrinho de uns 100 metros em pedra fincada pra chegar lá, é só avisar aos guardas sobre a necessidade que eles deixam subir com o carro até a porta. Tem rampa pra entrar e várias pontes sobre rios artificiais, mas para subir para o segundo andar só rampa, não tem elevador, e como as rampas são longas cansa bastante subir tocando a cadeira.
Lá dentro são dezenas de aquários, e o maior deles dá pra ver por cima no segundo andar, reproduz o leito do Rio São Francisco. Cada aquário tem uma plaquinha mostrando as espécies e suas características, e a história do "Velho Chico" está contada em vários painéis. Eu já estive na nascente do Velho Chico, na serra da Canastra, muito lindo o lugar.
O banheiro para deficientes é enorme, mas saí de lá com uma triste "acompanhante": fiz o cateterismo no banheiro e peguei uma baita infecção urinária, estou de molho desde segunda feira e só hoje me sinto um pouco melhor.
Mas vale a visita, é um muito organizado e a variedade de peixes impressiona. Tem de todos tamanhos e cores, cardumes grandes e espécies raras. E também tem muita informação, dá pra aprender bastante sobre esse gigante apelidado "Velho Chico".

domingo, 19 de setembro de 2010

17ª Semana da Pessoa com Deficiência

Desde ontem e até o dia 28, a capital receberá mais uma edição da Semana da Pessoa com Deficiência, evento realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte, através da Secretaria Municipal Adjunta de Direitos de Cidadania (SMADC), por meio da Coordenadoria de Direitos das Pessoas Portadoras de Deficiência (CDPPD).
Em sua décima sétima edição, o evento, que conta com o apoio de vários parceiros, quer mostrar a necessidade de acelerar o processo de inclusão de pessoas com deficiência, além de destacar as suas capacidades, potencialidades e habilidades, através de conquistas no âmbito político e social, convidando a ações e reflexões acerca do processo de inclusão.
A Semana da Pessoa com Deficiência integra o Calendário Oficial de Eventos do Município, e nestes 17 anos teve como objetivo dar visibilidade ao segmento na sociedade brasileira tradicionalmente tido como invisível ou excluído.
A Secretaria Municipal Adjunta de Direitos de Cidadania está empenhada na participação do Poder Público junto aos diversos segmentos populacionais e sociais, apoiando iniciativas individuais e de grupo das pessoas com deficiência que buscam romper limitações e desafios. A programação da 17ª Semana se inicia com a III Mostra Mineira de Arte, Inclusão e Cidadania e com o Seminário “Educação Inclusiva: Construíndo Possibilidades”, e contará com feiras de artesanato e tecnologia assistiva, apresentações artísticas e esportivas, com todas as atividades abertas à população.
E bem no meio dessa semana é comemordo o Dia Nacional de Luta das Pessoas Deficientes, que foi instituído por um movimento social em Encontro Nacional, em 1982, com várias entidades nacionais. Foi escolhido o dia 21 de setembro pela proximidade com a primavera e o dia da árvore numa representação do nascimento de nossas reivindicações de cidadania e participação plena em igualdade de condições.
Informações e inscrições:
Prefeitura Municipal de Belo Horizonte
Secretaria Municipal Adjunta de Direitos de Cidadania-SMADC
Coordenadoria de Direitos das Pessoas Portadoras de Deficiência-CDPPD
Rua Espirito Santo, 505 – 8.º andar – Centro
CEP: 30160-030
Telefones (31) 3277.4105/6949 – Fax (31) 3277.4678

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Absurdo no Carrefour

No fim de semana passado presenciei novamente um absurdo no supermercado Carrefour do BH Shopping: a fila da prioridade estava mais lenta que a dos caixas normais. Mas tem uma explicação simples: há três caixas para prioridade, mas só dois deles estava funcionando. E o pior é que nesse dia eu estava com dores terríveis, cansado e com sono. Um dos senhores que estava na fila percebeu meu sofrimento e ficou indignado, tanto que chamou a gerente mais próxima pra dar um jeito na coisa.
Ele queria que eu passasse na frente dos outros, mas rejeitei na hora, afinal éramos todos prioridade. Mas não podíamos de forma alguma esperar mais do que em outros caixas, pois a ideia é juistamente evitar muito tempo na fila. O que a gerente tinha que fazer é acionar imediatamente o terceiro caixa, já que a essa altura todo mundo da fila estava reclamando. Mas ela não o fez, disse que não tinha funcionários suficientes, e que teríamos mesmo que esperar. Triste, né?
O fato é que mesmo se os três estivessem operando, não seriam suficientes para todos da prioridade. BH não é exatamente uma cidade de idosos, mas no Shopping vai muito idoso pela proximidade de bairros que tem mais idosos, como Funcionários e Lourdes. Portanto, o Carrefour devia perceber o erro e tomar uma atitude para atender com mais qualidade. Tô mandando agora um e-mail pra contar o caso, vamos ver se dá algum retorno...

domingo, 12 de setembro de 2010

Competição acirrada

Quanto mais eu rezo, mais assombração me aparece... Esse é meu sentimento em relação à dor. Como se não bastasse a crise de dor que tive semana passada, chegando ao ponto de conseguir dormir só três horas de quinta pra sexta. Na sexta, fui ao dentista tirar os pontos da extração do ciso. Marquei pro horário do almoço, a operação foi rápida, doeu muito pouco, e voltei pro trabalho. Mas à noite... começou a doer muito. Não fiz nada demais, comi só um pãozinho de sal no lanche, mas ficou tão dolorido a ponto de precisar colocar gelo e tomar tylex.
Consegui dormir lá pelas duas e meia, mas de manhã ainda acordei com bastante dor. Fui pra hidroginástica, o que melhorou bastante a dor no corpo, mas o ciso ainda estava bem ruim. No fim da tarde, depois de muito gelo, melhorou um pouco, e à noite, como havia combinado de jantar com uns amigos, fui pro restaurante Vila Madalena, que apesar de ter um degrau na entrada, tem uma entrada lateral com um degrau menorzinho. Pedi um escalope de filé, tiras muito macias com um risoto ao funghi. Tomamos vinho e no meio do filé o ciso voltou a doer. Não dei nenhuma mordida por cima, simplesmente começou a doer. E a doer muito. A solução foi tomar mais um tylex pra aguentar o resto da noite. Mas chegando em casa, veio a dor no corpo. Fritei na cama até o corpo melhorar e adivinha: começou a doer o ciso. Não dormi nada. Hoje no almoço, o ciso atacou de novo. A impressão que tenho é que a raiz, que não saiu, está exposta, qualquer coisa que como vai direto lá e me detona.
No fim da contas, a competição está braba: a dor nas pernas compete com a dor no ombro que compete com a dor no ciso. E quando uma fica mais forte, esqueço a outra. O problema é quando todas vem fortes de uma vez.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Era só o que faltava

Sempre que conto dos acidentes que sofri, ao falar das sequelas no meu corpo, eu falava que a única parte do corpo que funcionava direitinho era o ombro direito, já que nunca sofreu nada. Do resto, já destronquei os dois punhos, bati e ralei os cutuvelos, luxei o ombro direito e quebrei a coluna, paralisando as pernas. Também sofri coágulo no cérebro (isso explica muita coisa...), corte profundo na barriga, bati o saco no guidon (essa doeu), etc, etc, etc. Mas no ombro direito, nunca tinha dado nada. Tinha.
De umas semanas pra cá dei um mal jeito tão forte no ombro direito que estava doendo até pra tocar a cadeira. Pra ajudar a diminuir a dor, comecei a usar Salompas no ombro, esse adesivo que libera dosagens de uma espécie de "gelol" que alivia as dores musculares. Tem funcionado muito bem, mas o problema é que não adianta passar desodorante, perfume, nem nada pra melhorar o cheiro, que você fica com cheiro de "gelol" o dia inteiro. Se o cara estiver procurando namorada, o jeito é ir numa escola de massagistas, de repente acha uma tarada por gelol lá!

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Meriva

Semana passada estive novamente na Cidade Administrativa para uma reunião e como sempre, ao pedir o táxi, pedi um com porta-malas grande e que não fosse Idea. O carro é alto e o porta-malas, apesar de não ser tão pequeno, é estreito e alto e dificulta para colocar a cadeira, sendo necessário rebater um pouco o banco.
A empresa é eficiente, fez o que pedi, "pero no mucho". Mandaram um Meriva, e pela semelhança com o Idea já vi que ia dar problema.
O carro é tão alto quando o Idea, dificultando um pouco a entrada, mas a porta abre bem, deu pra passar tranquilo. Mas já avisei pra Fernanda, a taxista (muito simpática e falante, por sinal) que teria dificuldades para colocar a cadeira lá atrás. Ensinei como desmontá-la e já imaginei a demora. Pra minha surpresa, ela colocou a cadeira rapidinho. Perguntei se foi difícil e ela disse ter sido muito mais fácil do que outra cadeira que precisou colocar de outra pessoa, daquelas tipo X. E mais surpreendente, ela conseguiu colocar a cadeira sem precisar remover a tampa do porta-malas. Não tive como tirar foto da cadeira no porta-malas, mas pelo menos da tampa no lugar.
Fernanda está muito satisfeita com o carro, tem motor forte e econômica (1.8 - 102 cv), boa posição de dirigir (como eu disse, é mais alto) e bom espaço interno. Lembrei-me de quando comprei meu carro, como o Meriva também tem a opção de câmbio automatizado, era uma boa opção, mas por ser minivan já foi excluído das minhas opções. Quem sabe quando eu tiver três filhos...
Seguindo viagem, vi que o carro tinha um DVD player bem completo, ela colocou um DVD de clipes e fui perguntando sobre as funções do aparelho (adoro tecnologia!) Descobri que ela não usa o bluetooth do aparelho, pois não tinha conseguido configurar direito. Falei das vantagens da função, que uso no meu carro, e comecei a fuçar no dela pra entender e explicar.
Rapidinho descobri as funções e conectei com meu celular, e já liguei pra minha namorada pra mostrar como funciona. E descobri uma função bem interessante, que eu já tinha percebido que falta no meu carro: o som deixa o bluetooth aberto e quando você coloca música pra tocar no celular, sai nas caixas de som do carro. Isso confirma minha teoria: o celular já é capaz de concetrar tudo que você precia pro dia-a-dia, incluindo trabalho e diversão. Os outros aparelhos à nossa volta vão se conectar cada vez mais a ele.

sábado, 4 de setembro de 2010

Camisa maneira

Há algum tempo aderi ao Peixe Urbano, site de descontos em grupo muito bacana, que oferece descontos em diversos lugares para seus afiliados. Numa dessas promoções, pintou uma camisa pela metade do preço na Camiseteria, uma empresa carioca que produz camisas diferenciadas e com estampas exclusivas, muitas vezes enviadas pelos próprios visitantes, através de um concurso. E ainda tem um campo para os clientes enviare fotos vestindo as camisetas que compraram. Enviei a minha foto e já publicaram lá.
Achei várias estampas legais, mas a que mais me identifiquei foi a da foto acima, que está escrito "Somos Diferentemente Iguais". Afinal, somos mesmo diferentes, mas quando estamos em uma cadeira de rodas, parecemos mais diferentes que os outros. Nos vêem como uma pessoa "com defeito". Até concordo, a pareplegia é um defeito, bem aparente e limitador, mas todos tem defeitos, e não conheço defeito pior que o preconceito. Ou a ignorância.

Abaixo vai um texto bacana que achei com este título.
"Diferentemente Iguais

Somos feitos a imagem e semelhança do senhor.
Somos diferentemente iguais.
Nossas feições são parecidas, mas não idênticas.
Nossos corpos são diferentes, mas nem tanto.
Sentimos coisas que todos sentem.
Passamos por coisas que nunca ninguém passou.
Temos historias de vidas parecidas com de algumas pessoas e totalmente diferente das de outras.
Temos atitudes diferentes.
Somos de cor, sexo, gostos, idade diferentes das de outros.
Somos de nacionalidades diferentes, mas somos do mesmo planeta.
Somos de ideais iguais,mas pensamentos diferentes.

Não devia importar o quanto somos diferentes.
Nao devia importar se nossa cor, gostos, ideais são diferentes.
Não devia importar se a sua verdade não é a mesma que a nossa.
Não devia importar.
O que devia importar é que somos todos filhos do mesmo Pai.
Que todos vivemos no mesmo planeta.
E que todos tem o direito de serem diferentes e não devem ser julgados por serem do jeito que são.

O erro não está em ser diferente.
O erro é não aceitar as diferenças."

Taos Highline 250 TSI ficou mais bonito e equipado. Vale a pena?

Taos Highline 250 TSI 2026 - o SUV médio da VW recebeu um facelift na linha 2026 e passou a vir do México - antes vinha da Argentina. Tem fa...