quarta-feira, 11 de agosto de 2010

A vida que vale a pena ser vivida

No mês passado, enquanto meu computador novo não chegava, comentei aqui que cheguei até a ler um livro. E de fato, foi o primeiro do ano. Percebi o quanto as tecnologias do dia a dia nos fazem evitar a leitura, é tudo fácil com TV e internet à mão que nos esquecemos como é prazeiroso ler um livro, sentir o cheiro de páginas novas e viajar pelas aventuras e histórias que são lançadas na nossa imaginação! Putz, agora viajei mesmo.
E olha que li um livro só. Mas foi um bom livro, que agora recomendo a vocês. Não é auto-ajuda, como o nome possa sugerir, na verdade ele oferece aos leitores uma reflexão crítica sobre os critérios existenciais mais consagrados, exatamente para que possam desconfiar de fórmulas prontas para o bem viver. Os autores abordam questões fundamentais da existência humana, utilizando diferentes enfoques por meio da formulação do pensamento dos mais destacados nomes da filosofia, de Sócrates e Platão a Espinosa e Nietzsche, aplicados a situações do cotidiano, para que o leitor “possa resistir, cada vez melhor, contra todo tirano que pretenda empurrar-lhe goela baixo a vida que vale a pena”.
O que me chamou a atenção neste livro foi a linguagem leve e bem huomorada, apesar de abordar filosofia. Eu felizmente já sabia de grande parte das dicas do livro, sempre soube levar a vida buscando ver o lado bom de tudo, tentando me adaptar a tudo e sempre focado em ser feliz e bem humorado. É uma excelente dica pra ler ou dar de presente. No Submarino tem.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

"Olha mamãe, sem as mãos"

Foi isso que pensei hoje de manhã na hidroterapia. Sempre fico de pé na beirada da piscina, e agora estou conseguindo soltar as duas mãos e ficar alguns segundos me equilibrando. Pode parecer bobagem, mas a sensação é muito boa. É difícil achar o ponto de equilíbrio, mas a água ajuda. E a maior vantagem de fazer na água é minimizar a força e consequentemente a dor. Saio de lá com menos dor do que quando chego.
E a piadinha que me lembrei:
O menino andando de bicicleta na frente de casa e a mãe mexendo no jardim. O menino passa uma vez e grita pra mãe:
- Olha mamãe, sem uma mão!
E a mãe sorri. Passa um tempo e o moleque volta e grita de novo:
- Olha mamãe, sem um pé!
Mais um sorriso. Mais um pouco e ele vem gritando:
- Olha mamãe, sem as mãos!
A mãe começa a preocupar. Mais uma vez:
- Olha mamãe, sem as mãos e sem pés!
Depois de um barulhão o menino volta tristonho e arranhado, chorando e gritando:
- Olha mamãe, sem os dentes....
Essa piadinha, não sei porque, me fez lembrar meu acidente... só faltou quebrar os dentes mesmo!

domingo, 8 de agosto de 2010

Elevador inoperante

Há um bom tempo tenho tentado ir ao andar superior da livraria Leitura, no Pátio Savassi, sem sucesso. Em primeiro lugar, em toda Leitura que vou eles colocam pilhas de caixas na frente do elevador, como podem perceber na foto. Mas o problema da loja do Pátio é que o elevador está estragado, e mesmo eu reclamando da primeira vez em que estive lá, nada foi feito quando voltei uma semana depois e hoje novamente tentei e o elevador continua quebrado.
Acho um absurdo não darem a mínima pra reclamação de um cadeirante, vamos ver se agora, que vou colocar o post e mandar e-mail pra loja, eles fazem alguma coisa. Pode parecer pouco perder um cliente, mas qualquer pessoa com dificuldade de locomoção que estiver lá vai passar por esse problema. E o fato é que a loja deveria se preocupar com isso por conta própria e não deixar uma situação dessas se alongar.
Por outro lado, tive uma boa surpresa no banheiro do shopping. Toda vez que eu ia lá o banheiro estava trancado e eu precisava procurar alguém para abrir, era um transtorno. Agora instalaram um interfone no banheiro, é só apertar e solicitar que eles abrem remotamente. Pra sair tive dificuldade, precisei bater para alguém abrir por fora, mas foi falta de observar, há um botão para destravar a porta. Excelente alternativa para evitar os espertinhos de usarem o banheiro reservado, boa iniciativa da administração.
Há um errinho de português na placa da porta: "O sanitários são...", mas que não tira o mérito da iniciativa. É só uma observação.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Ficando atoladinha

Há algumas semanas estive em Guarapari, na casa dos meus pais, e fomos a Meaípe comer uma das melhores muquecas capixabas do estado, a do Curuca. Realmente o rango é nota dez, me empanturrei de moqueca até o pneu da cadeira baixar. O dela baixando e os meus inflando...
E como se não bastasse, ainda tive coragem de experimentar um doce inusitado: de jaca. A coragem não era por ser de uma fruta incomum, mas pela aparência da guloseima. É feio de dar dó, parece uma língua de boi moreninha. Tanto que o palhaço aqui fez o teste, como podem ver abaixo.
Pra fazer a digestão, fomos dar um tempo na beira da praia e curtir o visual, já que tinha umas mesas e cadeiras dando sopa por ali. Quando acabou a rua imaginei que ia dar m..., afinal a areia tava bem fofa por ali (e eu bem fofo em cima da cadeira). Não deu outra, mesmo meu irmão emopurrando a cadeira, ela foi atolando, atolando, e ficou atoladinha.
Como não tô nem aí pra isso, eu ia empinando, empinando, e consegui chegar nas mesas. Aí foi só curtir o visual e esperar o sol se por pra chamar o guincho pra me tirar dali. É, essas rodas soft roll não foram feitas pra areia mesmo.
Putz, final de inverno, um frio desses e eu coloco uma foto de praia aqui. Só pra fazer vontade...

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Vem com a Melissinha

Já foi moda nos anos 80, eu já usei muito em trilha de bike, mas confesso que estava meio resistente a voltar a usar pochete. Primeiro, porque se o cara não for esportista, é meio barango e não combina com tudo, principalmente com roupa social, que uso de vez em quando pra trabalhar. Segundo, porque as grandes são muito feias e as pequenas não são suficientes para carregar as tralhas de cadeirante.
A alternativa que eu usava era o kit, uma bolsa meio desajeitada que vivia caindo no chão. Então chutei o balde e resolvi apelar pra velha e boa pochete. Procurei uma loja de aptrechos de aventura e neguinho já olhou torto, como quem pensa "será que esse cara errou de loja?". Como não tô nem aí pra olhares alheios, procurei um modelo bem bacana e ainda com um plus: um bolso traseiro onde posso colocar o saquinho coletor quando saio pra algum lugar. E ainda bolei um jeito de ficar discreto acomodado entre as barras da cadeira, como podem ver na foto. Grande sacada, fica protegida e escondida. E se observarem bem dá pra ver o tubinho do coletor saindo da bermuda e entrando atrás da pochete. Agora, depois de um mês e pouco usando, não sei como não resolvi isso antes, não vivo mais sem minha pochete.
E o título? Quem viveu nos anos 80 deve lembrar da propaganda: "a pochetinha que vem com a melissinha..."

sábado, 31 de julho de 2010

Novidades em célula-tronco

Alguém viu o Jornal Nacional ontem? Destacaram a notícia que já é possível testar células-tronco em humanos nos EUA. Não sou iludido daqueles que vê finalmente um horizonte, que em breve vai estar caminhando de novo, mas a notóicia não tem como animar quem está nessa situação. Isso me fez refletir sobre quanta gente passou a vida esperando alguma coisa acontecer pra resolver seus problemas, pra voltar ao normal, pra voltar a viver. Isso é uma perda de tempo e de vida, é melhor tentar viver da melhor forma possível hoje do que ficar esperando, esperando, esperando...
Temos sim, que acompanhar os avanços e sempre ter esperança, mas não dá pra ficar olhando o tempo passar esperando algum milagre acontecer. Enfim, a notícia é muito boa, pra quem não viu tá aí o link:
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2010/07/pesquisadores-ja-podem-testar-celulas-tronco-em-seres-humanos.html

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Tapa na cadeira de banho

Todo cadeirante sabe que cadeira de banho nunca é confortável, por mais cara ou moderna que seja. Cansado de ficar com a bunda doendo a cada banho, resolvi dar um "tapa" na minha velha cadeira de banho e comprei um assento almofadado. Não encontrei um com aquela abertura na frente, aí comprei normal mesmo. E descobri pra que serve, afinal, aquela abertura: pra faclitar a limpeza na "porta dos fundos". Porta de saída, diga-se de passagem. Mas como pra tudo tem jeitinho, dá pra limpar pela lateral da cadeira. E o assento ficou mesmo mais confortável, aprovei.
A propósito, tem uma situação que é sempre um saco, apesar de ser menos constrangedora do que quando o cara tá de pé: quando o sabonete escorrega e cai no chão. Geralmente cai bem embaixo da cadeira ou atrás dela. Pra pegar o sabonete, a gente tem manobrar a cadeira, se equilibrar segurando na lateral e tentar pegar com a ponta dos dedos. E o danado sempre escorrega. Pior é que muitas vezes uma banda escorrega pra dentro do assento dando aquele medo de acabar de escorregar e cair no chão. Não é uma cena bonita, mas pior é se escorregar de vez e estabacar no chão do banheiro. Comigo nunca aconteceu. Ainda...

Taos Highline 250 TSI ficou mais bonito e equipado. Vale a pena?

Taos Highline 250 TSI 2026 - o SUV médio da VW recebeu um facelift na linha 2026 e passou a vir do México - antes vinha da Argentina. Tem fa...